quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Unreal



Me respire e me diga
Se consegue se sentir vivo
Se sou um ar puro e preciso
Ao seu viver já melhor festejado
Me diga se sou a poção do seu suicídio
A ultima porta do seu escapismo
Mesmo em quando lhe parecer desinteressado
Não me afronte se eu me calar
E se meus olhos ao cruzar dos teus
Me abrir os lábios em um doce sorriso
Ouça as palavras que meu silêncio grita
E que cada vez que minha língua se pronunciar
Que seja mais que um oásis no deserto
Que seja um livro de verdades na biblioteca do incerto
No qual se possa confiar
Leve meus medos mais sombrios
E me traga as suas canções de ninar
Traga a realidade do sonho do sono profundo

Um comentário:

Antônio Victor! disse...

'@_@
Sr. Filosofo~
huhauhauha
Vey poemas muito xiques x)
escreve muito
só sucesso pela frente
abrass!